Liderança

A Crise e os Líderes. Como Fazer Mais com Menos

A crise política que estamos atravessando e sem um prazo previsto para acabar, respingou e muito na economia e, por consequência, vem abalando os valores morais e financeiros de toda a sociedade.

As empresas precisaram reduzir custos, mudaram suas estratégias e uma das ações mais que imediata para isso foi a diminuição do seu quadro de colaboradores.

E como ficam os líderes dessas empresas precisando contornar os efeitos da crise? Seja resolvendo os problemas já conhecidos, seja pisando em um terreno minado todos os dias com as diferentes notícias que impactam o negócio da empresa e diante de um cenário complexo, imprevisível e desfavorável e ainda tendo que lidar com o clima de apreensão gerado na equipe por conta disso?

Como ganhar a batalha quando se tiram as armas, diminuem o exército e se precisa manter motivados, comprometidos e engajados na luta aqueles que ficam? Sabemos que quanto mais preparado o líder estiver, mais fácil será se planejar, orientar, inspirar sua equipe e atingir resultados.

Se há menos soldados, os que ficaram vão precisar se esforçar mais. Certo? Isso significa trabalhar com uma questão que infelizmente o Brasil está em  posição desprestigiada no ranking mundial, produtividade.

E para o líder não será uma tarefa fácil. Aumentar a produtividade de seus liderados, gerando habilidades e competências que antes não eram exigidas e ainda ter que lidar com a instabilidade emocional dos que ficaram quanto a outras possíveis demissões? Como acalmar mentes em um período onde as notícias de demissões entre amigos e familiares estão cada vez mais constantes?

Como motivá-los a vencer?

As empresas que vinham investindo em preparar seus comandantes sairão na frente. Isto porque ele vai precisar estar bem para poder fazer o seu melhor.

Os líderes são inegavelmente agentes de mudanças e responsáveis pela disseminação dos objetivos da empresa frente a sua equipe. Ele precisa ser capaz de criar mecanismos para superação de metas e ter uma liderança participativa e competência que gere influência positiva sobre o comportamento dessas pessoas, comprometendo-os no processo. Assim como disseminar um propósito comum, gerar feedback eficaz e lidar com adversidade trabalhando e desenvolvendo a escuta de forma empática para perceber quando e como agir.

Ele precisa estar alinhado com suas funções e preparado para desafios. Investir em treinamentos de liderança com certeza será um diferencial competitivo para as empresas.

Mas é preciso que elas se perguntem? Como está o meu líder agora? O que eu posso fazer por ele para que ele faça o melhor pelo futuro da minha empresa?

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