Especialização Alavanca Carreira

Especialização é a Solução para Alavancar a Carreira

Na atual conjuntura, em que o mercado de trabalho está estagnado, ganha vantagem na disputa pelas vagas quem tem mais qualificação. MBAs e Mestrados Profissionais têm sido bastante valorizados para posições de gestão/liderança.

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Nas posições de média gerência, os profissionais que apresentam um MBA já se diferenciam, desde que o MBA faça sentido na carreira do profissional.

Assim, uma avaliação da própria carreira à luz dos objetivos que se tem é o primeiro passo para escolher a pós-graduação ideal.

A escolha entre especializar-se na própria área ou buscar uma visão generalista será norteada conforme o profissional busque excelência na área que atua ou, já possuindo uma especialidade, busque o desenvolvimento de uma visão geral do negócio ou de algum tema complementar à sua área de atuação.

Os que buscam excelência desenvolvem uma base bem vertical de conhecimento especializado, bastante sólido em uma área: fazem parte de um grupo denominado perfil em “T”.

Ocorre que, depois dessa base específica construída, geralmente o profissional se depara com a necessidade de acessar conhecimentos gerais sobre todas as áreas de um negócio.

Um exemplo clássico é o de profissionais como veterinários, dentistas, médicos, advogados, engenheiros, psicólogos etc. que chegam ao cargo de gestor, por exemplo.

Então, na hora de escolher a pós-graduação é preciso identificar se é hora de se especializar ou de adquirir conhecimentos gerais.

A escolha do tipo de pós-graduação ideal está vinculada ao tipo de curso trará ao profissional o que ele busca.

Conforme o perfil da posição, o recrutador pode preferir um candidato com um ou outro tipo de pós-graduação – “lato sensu”, especialização ou MBA, ou “stricto sensu”, mestrado ou doutorado, em seu currículo. A diferença está no nível de aprofundamento desses tipos de curso.

De forma mais ampla, todo curso que é realizado após o ensino superior é chamado de curso de pós-graduação.

No Brasil, existem dois tipos de cursos de pós-graduação: as especializações e os MBAs, que são cursos do tipo “lato sensu”, que tem uma menor duração e tendem a ser menos exigentes que os cursos do outro tipo de pós-graduação, “stricto sensu”, que são os mestrados (acadêmico e profissional) e doutorados.

Além da duração e do aprofundamento, existe uma série de diferenças entre eles.

As pós-graduações “lato sensu”, geralmente, tendem a ser mais flexíveis, conseguindo atender necessidades mais específicas do mercado de trabalho, por exemplo.

O termo abreviado “pós” foi comumente associado a cursos de especialização, que é uma modalidade de pós-graduação percebida por muitos profissionais como uma oportunidade de mudar de área, já que normalmente a “pós” é um curso que tem o objetivo técnico ou profissional mais específico, sem abranger totalmente uma área de conhecimento.

O MBA (da sigla em inglês, Master in Business Administration) não é um curso de mestrado, como o nome sugere.

Ele também é um curso “lato sensu”, ou seja, os MBA´s são cursos de especialização em nível de pós-graduação na área de Administração, ainda que seja possível encontrar MBA´s de outras áreas, como comunicação e saúde.

Mestrados e doutorados são mais valorizados no meio acadêmico e de pesquisa.

Já o MBA tem como objetivo desenvolver uma visão abrangente sobre negócios e gestão e é indicado para quem tem  experiência profissional ou já ocupa um cargo de gestão. A palavra-chave no MBA é aplicabilidade.

O mestrado profissional oferece maior aprofundamento teórico do que um curso de especialização comum, dando uma “musculatura” mais firme para o profissional que busca posições na alta administração, e costuma ser mais próximo do mercado de trabalho do que os mestrados acadêmicos.

Outro ponto importante a considerar é a instituição cursada, que pode ser um critério eliminatório ou de desempate em processos seletivos, tanto para MBAs quanto para Mestrados Profissionais.

No Brasil, os mestrados precisam ser recomendados pela CAPES e reconhecidos pelo MEC.

A CAPES é uma agência do Ministério da Educação que avalia o curso e atesta sua qualidade, por meio da atribuição de notas que vão de 1 a 7 (nota máxima), sendo que os cursos precisam ter, ao menos, a nota 3.

A nota 5 já coloca o curso em um patamar de “elevado padrão de qualidade”.

Mas, para ter essa nota, é preciso que ofereçam também cursos de doutorado, além do mestrado.

As notas 6 e 7 significam que o curso tem um desempenho claramente destacado, equivalente ao alto padrão internacional.

Para os MBAs, um bom critério para determinar a qualidade do curso é o sistema de acreditação internacional, que inclui entidades como Association of MBAs (AMBA), Advance Collegiate Schools Of Business (AACSB) e European Quality Improvement System (EFMD-EQUIS).

Elas oferecem uma espécie de selo de qualidade para instituições que devem passar por uma bateria de testes relacionados à infraestrutura, à qualidade do corpo docente e às metodologias de ensino.

Por exemplo, a AMBA que possui 161 escolas certificadas em 72 países exige que as escolas atualizem e revisem constantemente seus programas de MBA, tenham alunos que preencham os requisitos do curso, que articulem discussões e que tragam suas experiências como profissionais e que tenham políticas coerentes com as necessidades do mercado, além de articulação com clientes e produtos.

Então, ter cursado um MBA em uma instituição acreditada internacionalmente ou um Mestrado Profissional com padrão de avaliação CAPES de 5 em diante é um forte indicador de que potencialmente o candidato tem melhor preparo.

Contudo, é importante não esquecer que além da capacitação, o desempenho de um profissional depende também de competências comportamentais, que são fortemente consideradas como critério de desempate para posições de gestão.

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