Plano de Carreira

Plano de Carreira: Junior, Pleno ou Sênior?

Todas as definições de cargos – Junior, Pleno, Sênior/Master – fazem parte do que chamamos de plano de carreira.

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É o percurso desenhado para balizar como o profissional entra, aprende e crescerá dentro de uma empresa.

No início da sua vida profissional ou quando começa uma atividade nova, inicia-se em níveis mais básicos, com menos atribuições e gradualmente vai ganhando mais responsabilidades e atribuições.

Com isso, sua remuneração e benefícios também aumentam gradativamente.

As empresas utilizam indicadores de desempenho apropriados para o nível específico do empregado, de forma a criar uma avaliação mais justa para analisar se um funcionário ou outro merece ou não uma promoção.

Uma vez que os critérios para definir experiências e habilidades profissionais são variados, a denominação de cargos júnior, pleno ou sênior gera divergências no mercado de trabalho.

O que ocorre é que além de critérios como anos de atuação, idade ou cursos de pós-graduação, o enquadramento de um profissional em um desses níveis depende de uma análise do grau de complexidade das tarefas do cargo e da maturidade desta pessoa.

Na maioria dos casos, os cargos com complexidade menor de tarefas, sem tantas exigências de competências profissionais e normalmente sem autonomia para decisões são denominados júnior.

Quando a complexidade das tarefas aumenta requerendo maior maturidade profissional e capacidade para tomar decisões, os cargos passam para o nível pleno.

E, por fim, quando a complexidade de tarefas é ampla a ponto de requerer maturidade profissional e emocional que deem suporte para a tomada de decisões sob pressão e para assumir funções de liderança, temos os cargos denominados sênior.

Para exemplificar, um empregado júnior, que acabou de sair de um cargo de estagiário ou trainee na empresa, é aquele que precisa de ajuda quase constantemente.

Este profissional ou não sabe ou não tem domínio sobre o negócio, além de ainda encontrar dificuldades com premissas da própria função ou com o conjunto de ferramentas.

Sem orientação, profissionais juniores tendem a cometer erros frequentes, e se não forem bem orientados, vão atrapalhar a equipe em tudo.

Já um empregado de nível pleno é aquele que tem alguma experiência e consegue ser produtivo de maneira independente, sabe lidar com quase todas as tarefas por conta própria e quando deve pedir ajuda.

O perfil de um empregado de nível sênior corresponde a uma experiência consistente, a capacidade de tomar decisões e projetar soluções em contexto de alta pressão, assim como a de liderar os que estão nos níveis júnior e sênior.

Não se quer dizer com isso que profissionais seniores não precisem se desenvolver.

Pelo contrário, eles precisam de constante desenvolvimento em várias dimensões, na técnica (cursos, pós-graduações), comportamental (competências como liderança e resiliência) e contextual (entender sobre o negócio e o ambiente).

É importante ressaltar que essas definições não são regras e as denominações podem englobar um conjunto de requisitos específicos conforme as áreas de atuação e a empresa.

Então, ao aplicar para uma posição ou ao cadastrar seu currículo em sites de vagas ou até mesmo quando participar de um processo de seleção para uma posição, é importante pesquisar.

Buscar informações sobre o funcionamento do plano de carreira/dos cargos da área em que você atua (algumas áreas como TI, por exemplo, oferecem definições bastante claras) e/ou da empresa de seu interesse.

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